kompresi ktm duke 200

Rám Motocykl KTM RC 8C je navržen pro použití na závodním okruhu. Využívá příhradový rám z chrom-molybdenové oceli, který je přesně vyroben a ručně upraven tak, aby poskytoval extrémní tuhost, chirurgickou přesnost a nízkou hmotnost. Rám podobně jako ty největší závodní stroje nabízí celou řadu možností Produsenmotor APP-KTM 'menyiram' pasar motor Indonesia dengan varian skutik retro bernama Milan. Motor ini berharga relatif murah, tapi bagaimana dengan spesifikasinya? Perbandingan kompresi: 10,7:1; Kapasitas oli mesin: 0,9 liter; Transmisi: CVT; Kelistrikan. KTM Indonesia Rilis KTM 250 Adventure, Duke 200 NG, dan New Duke 250 Inforesmi untuk 2022 Ninja ZX-25R ABS SE - Dapatkan spesifikasi, penawaran, & foto terbaru. Bandingkan model, cari dealer setempat & dapatkan penawaran. Pistonstandar diganti punya Honda CBR 150R yang sudah oversize 200. Sehingga diameter melar dari standar 50mm jadi 65,5 mm. Untuk rasio kompresi ruang bakar menjadi 13,8:1. "Dengan begitu akan lebih cepat mencapai 500 meter," terang Eman. KTM Duke 690 Versi 2012, Kini Tampil Lebih Padat B Bore72 mm, dan stroke 61.1 mm. Rasio kompresi mesin 12,5:1. Di mesin ini, para pengendara akan mendapatkan transmisi manual dan sistem bahan bakar injeksi dan sudah memenuhi standar emisi BS VI (Euro 6). New KTM Duke 200 ini sudah menggunakan mesin 4 stroke, 4 valve liquid cooled, singlecylinder, 200 cc dengan standar emisi BS VI (euro 6), T Shirt Frau Mit Grill Sucht Mann Mit Kohle. Consulte aqui todos os preços atualizados em Junho de 2023 da Tabela FIPE para motos KTM DUKE 200/ DUKE 200/ABSMarcaKTMModeloDUKE 200/ABSModelo BaseDUKECódigo FIPE818043-1Ano2020 Referência FIPEJunho 2023Autenticaçãoj5lpk4tds7qValor atual em Junho de 2023R$ financiamento de R$ Este é o valor atualizado em Junho de 2023 para moto KTM DUKE 2020 Tabela preço da KTM DUKE 2020 pela Tabela FIPE de Junho de 2023 é R$ Tabela FIPE Referência Junho 2023Veja em baixo a desvalorização deste ver mais modelos de motos KTM, consulte a Tabela FIPE de motos KTMEste modelo de moto é uma variante da KTM o valor de motos KTM DUKE 200/ABS com outros veículos e veja as diferenças de também o Financiamento para KTM DUKE 200/ABSVeja também a Tabela FIPE motos KTM 2020 completa e atualizada em Junho de de preços de KTM DUKE 200/ABS 2020 Tabela com a variação de preços de motos de Marca KTM DUKE 200/ABS 2020 .Os valores apresentados são a média de mercado para cada mês de referência da Tabela FIPE, tendo sido considerados 24 meses nesta análise de histórico e variação de preços de motos KTM DUKE 200/ABS 2020 tabela período considerado nesta análise de desvalorização foi de Julho 2021 R$ a Junho 2023 R$ Mês AnteriorVariação AcumuladaJunho 2023R$ %-5,10 %Maio 2023R$ %-1,65 %Abril 2023R$ %-4,01 %Março 2023R$ %-7,26 %Fevereiro 2023R$ %-6,38 %Janeiro 2023R$ %-6,05 %Dezembro 2022R$ %-3,21 %Novembro 2022R$ %-1,93 %Outubro 2022R$ %1,59 %Setembro 2022R$ %0,20 %Agosto 2022R$ %3,64 %Julho 2022R$ %4,84 %Junho 2022R$ %8,35 %Maio 2022R$ %7,54 %Abril 2022R$ %6,59 %Março 2022R$ %7,72 %Fevereiro 2022R$ %6,15 %Janeiro 2022R$ %7,04 %Dezembro 2021R$ %5,64 %Novembro 2021R$ %6,26 %Outubro 2021R$ %5,18 %Setembro 2021R$ %4,69 %Agosto 2021R$ %1,16 %Julho 2021R$ também consultar o histórico completo de desvalorização de motos KTM DUKE 200/ABS 2020 Desvalorização de KTM DUKE 200/ABS 2020 Últimos 12 meses Outros Anos de Motos KTM DUKE 200/ABS Desvalorização de KTM DUKE 200/ABS Veja mais motos com preços semelhantes a R$ 6102008R$ 190/ Flex2019R$ 150 SPORT2022R$ VT 11001994R$ 6252004R$ ZX-6R 600cc1999R$ 250 TENERE/TENERE BLUEFLEX2016R$ CONVERTIBLE1995R$ 190Zero Km a gasolinaR$ RTR 200ccZero Km a gasolinaR$ 650 DRAG STAR1997R$ LOW RIDER1997R$ 150/DLX2022R$ 3002015R$ 200/ABS2020R$ 1000 S1998R$ LUXO MotoseguraCARGA Caçamba 160cc2018R$ RACE 150cc2020R$ 250 FAZER FLEX2019R$ 300i2018R$ STAR WARS 160 ABS2021R$ SocoTSX ELÉTRICA2020R$ 660R 660cc2005R$ GT 300i2020R$ 750 W SRAD1997R$ 750 F2001R$ ST 9552000R$ GasEC 450/ FSE/ FSR ENDUCROSS2009R$ 6102008HondaR$ 190/ Flex2019HondaR$ 150 SPORT2022HondaR$ VT 11001994KTMR$ 6252004KawasakiR$ ZX-6R 600cc1999YamahaR$ 250 TENERE/TENERE BLUEFLEX2016MotocarR$ CONVERTIBLE1995DafraR$ 190Zero Km a gasolinaDafraR$ RTR 200ccZero Km a gasolinaYamahaR$ 650 DRAG STAR1997Harley-DavidsonR$ LOW RIDER1997HondaR$ 150/DLX2022KawasakiR$ 3002015KTMR$ 200/ABS2020SuzukiR$ 1000 S1998RigueteR$ LUXO MotoseguraR$ Caçamba 160cc2018ApriliaR$ RACE 150cc2020YamahaR$ 250 FAZER FLEX2019HondaR$ 300i2018YamahaR$ STAR WARS 160 ABS2021Super SocoR$ ELÉTRICA2020YamahaR$ 660R 660cc2005MotorinoR$ GT 300i2020SuzukiR$ 750 W SRAD1997SuzukiR$ 750 F2001TriumphR$ ST 9552000Gas GasR$ 450/ FSE/ FSR ENDUCROSS2009Comprar ou vender motosNo Brasil há muitos milhões de motos em circulação. Este é um tipo de veículo muito popular porque é econômico, fácil de usar, mais barato que o carro e consegue circular por estradas e caminhos onde os carros não conseguem os dias são feitos centenas de negócios de venda de motos, sendo a maior parte dos quais entre particulares e referentes a motos usadas. É por isso muito importante que veja nossas dicas para compra e venda de motos KTM DUKE 200/ABS 2020 .Comprar motos KTM DUKE 200/ABSComprar uma moto usada pode ser um risco e você deverá seguir estas dicas para não cair em o chassi e placa Antes de comprar verifique pelo número de chassi e pela placa se não há pendências no Detran. Muitas vezes existem motos à venda com multas pendentes e que podem valer mais do que a moto. Lembre-se que as multas estão associadas ao veículo e ao comprar uma moto com multas, você fica devendo esse valor também ao com valores muito baixos Um bom negócio não aparece sempre, mas tenha cuidado com valores muito baixos. Pela Tabela FIPE, todo o mundo sabe o valor médio de mercado e se alguém quiser vender por um valor muito abaixo, tente perceber porque está vendendo tão ajuda a um especialista Se você está mesmo decidido a comprar a moto e fechar negócio, peça ajuda a um especialista para fazer uma análise completa da a placa Verifique que a placa da moto corresponde ao veículo que está pensando em comprar. Pode fazer uma primeira verificação de forma gratuita aqui no site em Placa Fipe. Vender motos KTM DUKE 200/ABSPara vender a moto é importante seguir as nossas dicas. Além de você existem mais pessoas também vendendo suas motos. Pode ser uma tarefa difícil, mas se você seguir nossas dicas fica bem mais a sua moto em bom estado Olhe para a sua moto e pense de forma honesta 'Eu compraria esta moto?'. Faça uma análise completa e melhore o seu aspeto lavando bem e aplicando um polimento se necessário. Veja se os pneus estão em bom estado e se vale a pena de forma clara e atrativa Um bom anúncio é meio caminho para uma boa venda. Para que as pessoas fiquem interessadas na sua moto KTM o anúncio tem de chamar a atenção, qualquer que seja o canal que use para a em vários canais Use mais de um canal de venda. Por exemplo na Internet, anuncie em mais do que um site para ter maior probabilidade de interessados. Anuncie também perto do local onde vive colocando alguns panfletos nas caixas de bem todos os interessados Você pode ter muitos contatos antes de conseguir vender sua moto e isso pode ser cansativo. Atenda todo mundo de forma onde vender ou comprar motos KTM DUKE 200/ABSCompre MotoMercado LivreOLXiCarrosWeb Motors Faça um bom negócio!Pesquisa rápida FIPE Tabela FIPE referência Junho de 2023 Testes Testamos a Duke 200, uma KTM de R$ 6 Minutos de leitura Publicado 24/05/2019 Por Marcelo Barros A bela KTM 200 Duke não é apenas visual. Ela agrada também pelos equipamentos e pelo consumo. Nas ruas, até sair a atual geração da KTM 390 Duke, ninguém conseguia diferenciar a KTM 200 Duke da 390. A diferença ficava na cor do quadro e das rodas. Na 200, é tudo preto, e na 390 é tudo laranja. A 200 Duke na verdade nasceu primeiro. O projeto inicial da fábrica austríaca era para uma 125 cm³ e uma 200 cm³ dependendo do mercado, sempre com foco para Ásia e América do Sul, só depois esse mesmo chassi recebeu o motor 390 para atender países europeus. Isso quer dizer que, desde o princípio, a KTM teve como intenção fazer uma moto de entrada já com suspensão invertida na dianteira, com pinça radial de quatro pistões agora com ABS no modelo 19/19 para atender a legislação de freios e com balança de alumínio na traseira. Na verdade, seja 200, seja 390, ela é considerada uma moto de entrada em países europeus, diferentemente do que acontece por aqui, pois por R$ no modelo 2019/2019, ainda que seja a mais barata da marca, ela não é exatamente uma moto de entrada, apesar dos 26 cv declarados. Veja também Testamos a Yamaha Crosser 150 ABS, agora mais segura A importância da moto na mobilidade urbana Coluna do Barros Afinal, por que escolhemos a moto? Contudo, depois de uma semana pelas ruas e estradas de São Paulo, concluímos que ela tem seu espaço, mostrando-se uma interessante opção não só para os fãs da marca mas, principalmente, para jovens que não pretendem trabalhar como motofretistas e ou proprietários de motos grandes de alta cilindrada que estão à procura de uma segunda moto, pequena, para o dia a dia, e que não abrem mão de alguma diferenciação em estilo, equipamentos e até “status”. Na verdade, a marca sempre teve espírito jovem. Desde o slogan Ready to Race pronta para correr’ em português até o visual e a agressividade da pilotagem, as laranjinhas sempre apelaram para a radicalidade, e essa 200 não é diferente. Linda, traz belas rodas de liga leve, guidão de alumínio, painel ultracompleto e freios e suspensões superdimensionados. Apesar da pouca potência, a posição de pilotagem tem muito de supermotard, com o piloto bem próximo da roda dianteira, os braços abertos e as pedaleiras mais recuadas do que o normal para uma moto de 200 cm³. O freio dianteiro é absurdamente potente e as suspensões estão mais para curvas radicais do que para enfrentar a buraqueira da cidade. Definitivamente não é uma moto de trabalho, daquelas que ficamos horas em cima sem se cansar. No banco falta espuma, não há muito espaço para se mover em cima dele e a vibração do conjunto cansa depois de um tempo. É uma moto para ser pilotada, não para ser conduzida. Outra constatação é que a autoestrada não é seu habitat natural. Fizemos uma pequena viagem de 250 km com ela e não foi nada confortável. A 115 km/h parece que o motor já está pedindo pelo amor de Deus e tudo vibra muito, desde pedaleiras a guidão e banco, mas ela ainda tem fôlego para ir a 135 km/h e atingir cerca de rpm. Há um quesito em que ela é surpreendente a 110 km/h, em sexta marcha, fez excelentes 35 km/litro. Na cidade, a média alcançada foi de 32 km/litro, ou seja, apesar do tanquinho de 11 litros, com uma média de consumo dessas, ela ganhou vários pontos e surge como mais uma opção de motocicleta econômica no mercado nacional. Levamos a moto para o dinamômetro e ela marcou, na roda, 22 cv a rpm. São cerca de 3 cv a mais que a nova Honda Twister 250. Ok, a Honda é arrefecida a ar e a KTM é arrefecida a líquido, mas na verdade a maior diferença entre elas além do maior conforto da Honda é que o motor da CB tem mais torque em baixas rotações, e isso nós comprovamos na prática. A Dukezinha não tem tanto fôlego na arrancada e vai assim até os rpm, exatamente a faixa de rotação que mais usada dentro da cidade. Não era para menos, com um motor de cabeçote DOHC que nasceu para motos de motocross e enduro de alto desempenho, adaptá-lo para uma moto urbana não foi fácil. A maior dificuldade foi homologá-lo nas restritas leis antipoluição, que inclui também baixa emissão de ruídos. Portanto, o sistema de escapamento não é direto, os gases passam por uma grande “marmita” de aço, localizada entre o bloco do motor e a balança da suspensão traseira, e ainda, depois do acabamento oval original de aço inox, que entendemos ser uma pequena ponteira, soldaram uma pequena extensão tubular de aço. Estranho! Pegue uma moto de enduro da KTM, ligue-a e sinta a diferença de ruído. A 200 Duke de fato atende a legislação do PROMOT, mas o ruído que sai pelo escape não é exatamente aquele que esperávamos. No entanto, acima dos rpm o som muda e fica bem mais esportivo. Pena que para isso precisamos de espaço e, dentro da cidade, quase nunca passamos dessa faixa de giro. Aliás, o câmbio mostra-se bem curto nas primeiras marchas. Arrancando do semáforo, em poucos metros, ainda a 60 km/h já estamos em quinta marcha. Se ela não é a moto mais confortável na estrada, em compensação, em uma estradinha vicinal ela dá aula de frenagem e estabilidade. O quadro de treliça tubular de aço oferece extrema rigidez e precisão e as suspensões WP permitem deixar a moto bem estável mesmo no limite de inclinação. E que inclinação! Equipada com pneus Pirelli Diablo Rosso II de medida 150 na traseira, a 200 Duke é uma verdadeira motoescola para quem pretende um dia competir de supermoto. Além da pinça radial de quatro pistões e o disco de 300 mm de diâmetro na dianteira, ela ainda está equipada com flexíveis revestidos de malha de aço. Esportividade ao máximo. Enfim, a moto é linda, divertida, eficiente e, pelo valor cobrado, é muito interessante. Números da KTM Duke 200 No dinamômetro Potência máxima 22,1 cv a rpm Torque máximo 1,7 a rpm Potência específica 110 cv/litro Relação peso-potência 5,9 kg/cv Consumo no teste 33 km/l Conclusão A Duke 200 é um modelo sob medida para quem quer uma moto econômica, de baixa cilindrada e não abre mão de divertir-se mesmo na rotina do dia a dia no trânsito. Ela é exclusiva e, apesar da pequena cilindrada e potência contida, a sua ciclística merece um piloto com “P” maiúsculo em seu comando e o prazer que ela proporciona ao guidão é muito superior ao das city 250 cm³ “tradicionais”. O slogan Ready to Race’ não é à toa! Seu ponto fraco acaba sendo mesmo a versatilidade, já que conforto e suavidade não são pontos fortes e isso acaba limitando a Duke a deslocamentos curtos. Se você tem outra moto para viajar, é uma ótima compra. Texto original Eduardo Zampieri Fotos Gustavo Epifanio The 200 Duke’s hand-me-down steel-trellis frame with a detachable and replaceable subframe came from its big brother, the 390 Duke. It also snatched up the 390’s WP suspension, specifically updated for the 200 Duke. Photos courtesy of KTM. Dubbed the “light heavyweight” by its Austrian creators, the entry-level 2020 KTM 200 Duke should wear the great Muhammad Ali’s quote, “Float like a butterfly and sting like a bee” on its sleeve, with its nimble handling and rev-happy single-cylinder engine. But its price is the real haymaker — at $3,999, KTM hopes that the 200 Duke will get serious attention from a new generation of riders. High-quality Michelin Road 5 tires are standard fitment in the market and worlds above the typical OEM tire choices found in this class. Manufactured in India, the 200 Duke has been available in other countries since 2012, but has never made an appearance in the United States until now. This year also marks the platform’s first major update — it gets the 390 Duke’s entire chassis, revamped styling in the current Duke family image and an all-new Euro 5 compliant engine. Non-adjustable levers are common on motorcycles at this price point. I wear a medium glove and found the reach acceptable, but adjustability is always appreciated. Toss a leg over the Dukette and you’re met with backswept handlebars that prop the rider up in a neutral position, still allowing you to get your elbows out in the corners, and a low seat height that’s unique to the European and Philippine The LCD instrument panel is busy and difficult to read in direct sunlight. Luckily, mph and gear position can be identified at a quick glance, while the complex things like rpm are more challenging. That’s one-inch lower than the 390 Duke’s seat, thanks to a shorter shock spring and reduced fork stroke. Combine that spec-sheet figure with the slender chassis and my 32-inch inseam can reach terra firma easily, which is attractive for new and shorter-statured riders. However, I did notice more knee-bend than I’d normally like with my boots on the grippy rubber-covered footpegs. The 200 Duke offers the riding position and experience of a full-sized motorcycle, in a light, affordable package. Plastics are shared between the 200 and 390 Duke, and the 200 also boasts the predatory headlight design first seen on the mighty 1290 Super Duke R. As a cost saving measure, the 200 also features an LED daytime running light and a halogen bulb for illumination. The Super Duke R inspired headlight features an LED running light and halogen bulb. Although the displacement is the same as the prior generation, the peppy thumper engine is all-new for 2020. The dual overhead camshafts are paired with ultra-hard, carbon-coated cam followers that help reduce weight in the valve train and contribute to the thumper’s free-revving, lively personality. Most of the claimed 26 horsepower and lb-ft of torque live above the 6,000-rpm mark, but considering how quickly 200’s engine wicks up, it’s a great companion when darting around city streets to work or school. It’s also freeway legal and topped out at an indicated 86 mph, which is impressive for a bike of this size. Crank-driven counterbalancers do their best to hide vibration, but some buzz is felt when wringing its neck. A completely updated exhaust system with dual catalysts is said to make the wee-Duke meet stringent emissions standards. The single spools up quickly and offers performance perfect for new riders. We saw an indicated 86 mph – not too shabby. It’s hard not twist to the grip and grin riding the 200 Duke, which encourages riders to whack through its 6-speed gearbox. It shifts well, but doesn’t have the same precision as its costlier brothers in the Duke family, nor is the clutch pull as light or refined as some other lightweight bikes that feature slip-and-assist clutches. Both the non-adjustable 43mm WP fork with of travel and WP shock featuring of travel and spring preload adjustment are damped for comfort, soaking up rough urban tarmac well. Between the compliant suspension and communicative steel trellis frame, the 200 Duke is wonderfully agile, yet stays composed when cornering or hard on the binders. A radially mounted ByBre 4-piston brake caliper clamps onto a 300mm rotor up front, with plenty of stopping power for the speeds you can achieve, and decent feel at the lever. In the rear, a single-piston floating caliper grabs upon a 230mm disc with a relaxed bite and good stopping power. ABS is standard, as is a Supermoto Mode that disables ABS in the rear only — KTM is never one to shy away from hooliganism. In 2020, the prospective rider has a wide variety of awesome bikes to choose from. Save for a few unrefined points, the KTM 200 Duke’s proposition is a strong one, with its spunky single-cylinder engine, great handling and ergonomics that are neophyte friendly — not to mention the serious $3,999 value. Nic’s GearHelmet Shoei RF-SRJacket Rev’it Vertex Airgloves Rev’it EchoPants Rev’it Brentwood SFBoots Sidi SDS Meta Website Price $3,999Engine Type Liquid-cooled single,DOHC, 4 valves per x Stroke x 6-speed, cable-actuated wet clutchFinal Drive O-ring chainWheelbase ± 25 degrees / Height Dry Weight Capacity gals. 2020 KTM 200 Duke Photo Gallery The 200 Duke’s hand-me-down steel-trellis frame with a detachable and replaceable subframe came from its big brother, the 390 Duke. It also snatched up the 390’s WP suspension, specifically updated for the 200 Duke. The 200 Duke offers the riding position and experience of a full-sized motorcycle, in a light, affordable package. Non-adjustable levers are common on motorcycles at this price point. I wear a medium glove and found the reach acceptable, but adjustability is always appreciated. The single spools up quickly and offers performance perfect for new riders. We saw an indicated 86 mph – not too shabby. The Duke 200 shares the 390’s communicative chassis and suspension. High-quality Michelin Road 5 tires are standard fitment in the market and worlds above the typical OEM tire choices found in this class. The LCD instrument panel is busy and difficult to read in direct sunlight. Luckily, mph and gear position can be identified at a quick glance, while the complex things like rpm are more challenging. The Super Duke R inspired headlight features an LED running light and halogen bulb. Manuais do proprietário Manuais PowerWear e PowerParts Aqui encontra o seu documento pessoal Se preferir documentos impressos para folheá-los ou procurar um documento mais antigo, o portal Print-on-Demand estará ao seu dispor. Neste portal poderá encomendar uma variedade de modelos de manuais de instruções e de reparação. Existe a possibilidade de escolher entre o download de ficheiros PDF e exemplares impressos. Ir para o portal Print-on-Demand Com a mesma embalagem da irmã 390, KTM Duke 200 mostra boas credenciais para se sagrar como uma grande street compacta KTM Duke 200 2016 Foto Divulgação — Foto Auto Esporte Integrante de entrada da família Duke, a 200 é uma opção singular de naked compacta. Com preço sugerido por R$ a moto é um modelo tanto para motociclistas iniciantes, como para quem busca esportividade em porte compacto. Tirando detalhes como os adesivos 200, e o chassi e rodas pretas em vez de laranja, a versão menor é igual a sua irmã maior, a Duke 390 – lançada na Índia um ano depois, em 2013. Fabricada lá, a Duke é montada em Manaus pela Dafra, marca que também revende as KTM em parte de suas emprestar sua estrutura para a 390, fica fácil entender porque sobra construção ciclística na Duke 200. Com 14 kg a menos, bastam algumas voltas para perceber que sistemas como freios, suspensão e até o chassi são superdimensionados. Apesar do motor de baixa cilindrada, ela logo revela um comportamento arisco com refrigeração líquida, rende torque de 1,95 kgfm a rpm e 26 cavalos a rpm. É a mesma potência de um motor Honda 300 “a ar”, por exemplo; e mais do que uma 250 “comum”, em torno de 22 cv. Aliada ao baixo peso de 129,5 kg a seco, esta “cavalaria” garante disposição à pequena Duke. Característica que é otimizada pela caixa com seis marchas de relações curtas e com relações próximas entre si. Tudo para aproveitar o desempenho do monocilindro de 199,5 curso menor do que o diâmetro do pistão, além de cabeçote com duplo comando para as quatro válvulas, o “motorzinho” manteve a tradicional progressão de competição, que prioriza as altas rotações para render bem. Apesar disso, entrega boa força em baixos giros, porém é a partir das rpm que começa a se animar, crescendo com saúde até as rpm, rotação que é “brecada” pelo corte eletrônico da injeção. Desta forma, a pequena Duke acelera e retoma rápido no uso urbano. Em rodovias, a 100 km/h, o conta-giros belisca as rpm, de forma que vibra mais do que o esperado, e acaba “engessada” pelo câmbio curto. Sua máxima fica em torno de 130 km/h reais, “cortando” a 137 km/h em 6ª marcha. KTM Duke 200 2016 Foto Divulgação — Foto Auto Esporte A ciclística acompanha a esportividade latente, com guidão em altura mediana e pedaleiras bastante recuadas. Seu guidão não esterça tanto e é mais estreito por não trazer os volumosos contra-pesos nas pontas – existentes em sua irmã maior. Sinal inclusive de que seu motor funciona mais suave. A suspensão da grife WP, com bengalas dianteiras invertidas e monoamortecedor traseiro, atua firme e mostra razoável progressividade em pisos ruins. O assento alto, a 81 cm do solo poderia ser menos duro para atenuar a suspensão esportiva. Agrada o tanque volumoso com a base estreita, que permite bom encaixe das pernas. Mas, por conta da capa plástica volumosa, comporta menos gasolina do que aparenta; 12 litros. Diante do consumo contido, em torno de 24 km/litro urbanos, está de bom tamanho. Seus freios a disco revelam dimensões generosas dianteiro de 300 mm com pinças de fixação radial; traseiro de 230 mm e garantem frenagens contundentes. Porém, não oferece a opção do sistema ABS comum à 390. No uso urbano chamou atenção a agilidade e leveza da moto em desvios, e na precisão de trajetória. Mérito inclusive dos largos pneus Pirelli radiais sem câmara. Acabamento e custo-benefícioO acabamento geral da KTM é bem cuidado, com excessão dos plásticos usados nos punhos, da rabeta simples, e a tampa tipo aviação chata de fechar. Porém, há requintes como as luzes-espia dos punhos com iluminação por LED – diodos luminosos usados também nos piscas e na lanterna traseira. Acabamentos plásticos, protetor inferior do motor e grafias vivas, com apelo radical, também agradam; junto das mangueiras de freios com malha de aço tipo aeroquip.Painel digital é compacto e bem completo. Ele indica marcha engatada, distância e tempo percorrido por trecho, além de temperatura da água e relógio, shift-light e um reduzido conta-giros. Como moto de essencialmente urbano, as alças traseiras são gratas para o apoio do garupa ou para prender objetos. Mas, carece de uma trava de capacete. KTM Duke 200 2016 Foto Divulgação — Foto Auto Esporte Praticamente livre de concorrência direta, a Duke 200 se sagra como uma pequena prazerosa de pilotar. É bem verdade que, para os mais pesados ou para levar garupa, um pouco mais de volume no motor não lhe faria mal. Se beirasse os 250 cc, poderia render mais força em baixas rotações. Mas, na visão dos austríacos, para isso existe a Duke 390. Por R$ 22 mil, ela tem 44 cv e acompanha freios ABS.

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